terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Piso Salarial do ACS: Câmara municipal prova que é mais fácil conseguir êxito a nível municipal


Piso Salarial do ACS: Câmara municipal prova que é mais fácil conseguir êxito a nível municipal

A Câmara municipal de Filadélfia  acaba de comprovar a tese que o coordenador geral da Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS, Samuel Camêlo, vem defendendo. Samuel tem defendido que é mais fácil conseguir êxito a nível local (municipal) do que nacional. Ao longo de quase quatro anos ele tem defendido que a proposta daConfederação Nacional dos Agentes de Saúde – CONACS, não lograria êxito devido a falta de interesse da administração em estabelecer os procedimentos requeridos para obtenção de resultados. Uma das características questionada é a particularização das ações institucionais, um vício contraditório que tem feito com que a luta da categoria tenha perdido a força ao logo desses anos. A humilhação a que a categoria é submetida é tão explicita que o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), sr. Paulo Ziulkoski, que em relação aos agentes comunitários de saúde afirmou: “...quem não for efetivo demita...” “O que eles fazem hoje, além de preencher papeis desnecessário e incomodando as famílias? Palavras divulgadas em diversos jornais e sem nenhum reação equivalente da CONACS.

Na  sessão ordinária, realizada na última sexta-feira (7), os vereadores de Filadélfia aprovaram o Projeto de Lei do Executivo Municipal que institui o piso salarial profissional dos Agentes Comunitários de Saúde do município. Valor praticamente equivalente ao proposto pela confederação da categoria.

O Piso Salarial dos Agentes Comunitários de Saúde, ficou fixado no valor de R$ 871,00, (oitocentos e setenta e um reais) ao mês. Os vereadores Jailton Correia e Genésio Barbosa não participaram da sessão e o projeto foi aprovado pelos 7 vereadores presentes na sessão.
Todos os vereadores foram ovacionados agentes de saúde presentes no plenário, que ficaram entusiasmados pela grande conquista.

Fica a lição: não esperem por milagres vindos de Brasília, façam a valer a luta em seu município!

Parabéns aos guerreiros de Filadélfia, um exemplo aos ACS do Brasil!

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS 
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde (ACS e ACE)
Twitter: twitter.com/AgentesdeSaude
Jornal dos ACS e ACE: bit.ly/MNASJornal
MNAS no MSN: MNAgentesdeSaude.groups.live.com
Canal no YouTube: www.youtube.com/mobilizacaodosacs 
No Orkut: www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=88080356 
No Facebook: www.facebook.com/groups/agentesdesaude 
No Grupo Yahoo!: br.groups.yahoo.com/group/agentedesaude
Ferramenta no Inforum: Fórum no Inforum
Fonte:
 www.agentesdesaude.com.br 

DO AMIGO EDY!

domingo, 9 de dezembro de 2012

TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS POR ESTADO/MUNICÍPIO MUANÁ


TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS POR ESTADO/MUNICÍPIO

UF: PARÁ   EXERCÍCIO: 2012


Total destinado ao Estado:R$9.414.479.604,99
Total destinado ao Governo do Estado:R$3.935.190.580,39
Total destinado aos municípios do Estado:R$5.479.289.024,60
Total destinado ao município MUANA:R$30.747.770,53
Selecione o(a) "Ação Governamental" para obter o detalhamento do valor
Caso queira outra classificação, clique no título da coluna correspondente
FunçãoAção GovernamentalLinguagem CidadãTotal no Ano (R$)
Educação8790 - Apoio à Alfabetização e à Educação de Jovens e Adultos59.640,00
Educação8744 - Apoio à Alimentação Escolar na Educação Básica879.388,00
Educação0969 - Apoio ao Transporte Escolar na Educação BásicaPNATE 1.028.383,36
Educação0515 - Dinheiro Direto na Escola para a Educação BásicaPDDE 931.880,13
Encargos Especiais0C33 - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEBFUNDEB 11.000.869,91
Encargos Especiais0045 - Fundo de Participação dos Municípios - FPM (CF, art.159)FPM - CF art. 159 8.069.709,82
Educação12KU - Implantação de Escolas para Educação Infantil737.224,75
Educação12KV - Implantação e Adequação de Estruturas Esportivas Escolares765.000,00
Educação20RP - Infraestrutura para a Educação Básica1.453.701,00
Encargos Especiais0999 - Recursos para a Repartição da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico - CIDE-CombustíveisCIDE - Combustíveis 45.793,88
Assistência Social8446 - Serviço de Apoio à Gestão Descentralizada do Programa Bolsa FamíliaIndice de Gestão Descentralizada - IGD 58.255,41
Encargos Especiais099B - Transferência a Estados, Distrito Federal e Municípios para Compensação da Isenção do ICMS aos Estados Exportadores - (art. 91 ADCT)Transferências - LC n.º 87/96 e 115/2003 20.422,17
Encargos Especiais0369 - Transferência da Cota-Parte do Salário-Educação (Lei nº 9.424, de 1996 - Art. 15)Cota-parte dos Estados e DF do Salário-Educação 410.133,88
Assistência Social8442 - Transferência de Renda Diretamente às Famílias em Condição de Pobreza e Extrema Pobreza (Lei nº 10.836, de 2004)Bolsa Família 5.122.424,00
Encargos Especiais006M - Transferência do Imposto Territorial RuralTransferência - ITR - Municípios 4.704,23
Encargos Especiais0551 - Transferências do Fundo Especial dos Royalties pela Produção de Petróleo e Gás Natural (Lei nº 7.525, de 1986 - Art.6º)Royalties 160.239,99


http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2012&SelecaoUF=1&SiglaUF=PA&NomeUF=PAR%C1&CodMun=0497&NomeMun=MUANA&ValorMun=30.747.770,53&Pagina=1



DO AMIGO EDY!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

POR UM MUANÁ MELHOR



Quero dizer para vocês leitores do Blog  que a pior coisa que existe num Município é o vereador ser oposição. Não apenas porque o vereador de oposição vive de pão e água, mas porque a arte de construir a oposição é extremamente difícil. O vereador de oposição precisa pressionar o projeto do prefeito, porque são projetos diferentes, mas não pode ser um posicionamento que o distancie da sociedade, ou que você venda a cidade de uma forma que a população começa a questionar sua postura.O vereador de oposição precisa mostrar que representa outro projeto, mas não pode cair no isolamento. Não falo de isolamento na Câmara, falo do isolamento na sociedade.O vereador de oposição precisa buscar o ponto de equilíbrio entre o projeto que ele defende e a forma de criticar e como criticar o projeto do prefeito a que ele se opõe. A relação que o vereador oposicionista estabelece com a sociedade é fundamental para ganhar credibilidade.Sempre acreditei que a atividade de vereador possui dois pilares: primeiro, a arte de legislar; segundo, a organização social. Se o vereador conseguir construir esses dois pilares, não tenho dúvida de que ele será um belo parlamentar no Município de MUANÁ.Conhecer o Regimento Interno, saber formular requerimento, elaborar bons projetos de lei, saber fiscalizar, são atividades que o vereador não deve abrir mão.
Tudo em nossa vida precisa passar por um planejamento. O mandato também necessita de um bom planejamento. O vereador precisa saber estabelecer prioridades, pois, dependendo do porte da cidade precisamente Muaná, o mandato do vereador chega a todos os bairros.Muitas vezes a gente acha que aquilo que os vereadores falam  na Câmara é escutado pela cidade inteira, e não é verdade. O cidadão comum só se volta, ou só foca na política, durante o processo eleitoral. Você faz um discurso coerente, inflamado e com conteúdo, mas pouquíssimas pessoas ficarão sabendo do que você tratou. O vereador de situação fica sempre na sombra do governo. Ele só sobrevive se tiver muita organização social e se também conquistar autoridade na defesa de alguns temas.
Com relação aos prefeitos, temos normalmente duas características: todo prefeito quer compor a maioria na Câmara, caso contrário, não governa.
A sociedade Muanense espera que o novo gestor junto com os vereadores eleitos trabalhe com o foco de ter um bom relacionamento para com seus trabalhos por um Muaná  melhor, pois o prefeito precisa da Câmara. A arte de governar é a arte de buscar apoio junto aos vereadores, dada a importância do papel que os mesmos ocupam. O prefeito precisa buscar a governabilidade na Câmara e também junto à sociedade.
A SOCIEDADE MUANENSE AGRADECE!

DO AMIGO EDY!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Governo construirá aeródromos na maioria dos municípios do Marajó


O governador do Estado, Simão Jatene, anunciou aos prefeitos eleitos do Marajó a construção de aeródromos em grande parte dos municípios da região, durante reunião realizada na manhã desta sexta-feira, 23, no Palácio dos Despachos. “Queremos acabar com aquela história de não ser mais possível chegar a um município da ilha do Marajó devido à dificuldade de locomoção”, disse. O governador apontou a ação como um dos investimentos prioritários na região.
Os aeródromos serão construídos em nove municípios: Afuá, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Muaná, Ponta de Pedras, Portel, Santa Cruz do Arari e São Sebastião da Boa Vista. O governador também anunciou a construção de plataformas e terminais hidroviários, nas cidades de Breves, Curralinho, Ponta de Pedras, Salvaterra, Bagre e São Sebastião da Boa Vista.
A reunião conta com a presença dos prefeitos eleitos nos 15 municípios que compõem a Região de Integração do Marajó e mais Gurupá. O encontro faz parte do pacto “Trabalhando juntos pelo desenvolvimento do Pará” – uma meta do governo de conversar com todos os prefeitos eleitos das regiões de integração do Estado, antes do início do mandato.
Também estão presentes na reunião o vice-governador Helenilson Pontes, os secretários de Estado das áreas prioritárias e deputados estaduais. “A ideia é que essa não seja uma reunião de discursos. Estamos juntos aqui porque acredito que nós somos um conjunto representativo da capacidade de fazer. Se juntos, nós não conseguirmos fazer, quem conseguirá?”, disse o governador ao iniciar a conversa com os prefeitos.
Jatene explicou aos prefeitos a importância do pacote de investimentos de quase R$ 2 bilhões, com apoio em operações de crédito, conquistado recentemente. “Vamos investir muitos recursos e eu preciso que vocês fiscalizem isso pra mim. Por isso é importante que possamos debater a melhor forma de fazer”. Ele também enfatizou que a questão partidária passou e que a discussão agora é como todos podem unir esforços para atender os anseios da população.
Após a abertura da reunião, o governador deu a palavra para os prefeitos. Cada um terá dez minutos para expor a situação de seu município. Em seguida, os secretários de estado apresentarão os investimentos que estão sendo feitos na região e por ultimo, será criada uma agenda de compromissos entre o governo do Estado e as prefeituras.
“Só temos que agradecer a oportunidade e o prestígio que está sendo dado pelo governador porque ainda nem sentamos na cadeira de prefeito e já estamos tendo a honra de ser recebidos e debater juntos os nossos principais anseios”, afirmou a prefeita eleita no município de Ponta de Pedras, Consuelo Castro.
Estão presentes na reunião os seguintes prefeitos: Consuelo Castro (Ponta de Pedras), Solange Lobato (Chaves), Murilo Guimarães (Muaná), Getúlio Brabo (São Sebastião da Boa Vista), Paulo do Porto (Portel), Eduardo Pinheiro (Afuá), Benedito Filho (Cachoeira do Arari), Gledson Rodrigues (Bagre), Xarão Leão (Breves), Marcelo Pamplona (Santa Cruz do Arari), Adiel Moura (Melgaço), Valentim Oliveira (Salvaterra), João Luiz (Soure), Vivaldo Mendes (Anajás), Léo Arruda (Curralinho) e Raimundo Nogueira (Gurupá).
DO AMIGO EDY!

Governador anuncia pacote de investimentos para o Marajó


Os 16 prefeitos eleitos e reeleitos do Arquipélago do Marajó voltam para seus municípios com novas perspectivas nesta sexta-feira (23), após a reunião em que o governador Simão Jatene anunciou uma série de investimentos e obras que levarão mais desenvolvimento à região. A partir de 2013, os municípios marajoaras receberão novos aeródromos, uma escola de educação tecnológica, espaços de assistência à saúde e sete Unidades Integradas Pro Paz (UIPP), que unem ações de segurança e valorização dos jovens em situação de vulnerabilidade social.
O encontro entre o governador e os prefeitos, que ocorreu durante todo o dia no Palácio dos Despachos, faz parte do pacto “Trabalhando juntos pelo desenvolvimento do Pará”, que prevê o diálogo com todos os prefeitos eleitos das 12 regiões de integração do Estado, antes do início do mandato. Durante a reunião, Jatene mostrou o compromisso do Estado em ampliar os investimentos, para dotar o Marajó de infraestrutura e melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios.
Um dos investimentos mais significativos é o de R$ 10 milhões, em recursos estaduais e federais, para instalação de salas de estabilização nos municípios do Marajó e em Gurupá, na região do Xingu. Só não serão beneficiados os municípios de Breves e Portel, por não atenderem aos critérios necessários, devido ao número de habitantes. As salas terão 40 metros quadrados e serão equipadas para funcionar como local de assistência temporária e estabilização de pacientes críticos, para que posteriormente possam ser encaminhados aos hospitais de referência no Estado.
Esse encaminhamento ficará a cargo da Central de Regulação de Urgência, que providenciará o transporte adequado para a locomoção das vítimas. O Hospital Regional de Breves e o Hospital Metropolitano, em Belém, servirão de retaguarda, dependendo do caso. Cada sala representará, mensalmente, um investimento de R$ 52 mil para os municípios.
“Esse é um dos mecanismos que teremos para garantir que uma pessoa vítima de um acidente vascular cerebral (AVC), por exemplo, possa ser estabilizada até que o helicóptero possa transportá-la para uma unidade apropriada”, explicou o secretário de Estado de Saúde Pública, Hélio Franco. Do total de recursos assegurados, cerca de R$ 1,5 milhão serão destinados à aquisição de pelo menos 15 “ambulanchas” para os municípios da região.
Com a liberação dos recursos, por parte do Ministério da Saúde, a previsão do secretário é de que, a partir de abril, as ambulanchas comecem a ser entregues aos municípios, auxiliando no resgate e traslado de pacientes, sobretudo das comunidades ribeirinhas mais distantes.
Educação – A implantação da primeira Escola Tecnológica de Breves foi outro investimento anunciados pelo governador. O secretário especial de Promoção Social, Nilson Pinto, informou que a maioria das escolas estaduais de ensino médio passará por reforma completa na região. Os municípios de Melgaço e Portel ganharão duas novas escolas. No primeiro, o processo de licitação já foi concluído, e as obras começam em dezembro deste ano. Em Portel, a licitação sairá em janeiro.
O secretário também aproveitou a presença dos prefeitos do Marajó para convidá-los a participar de um grande pacto pela educação. “Estamos fazendo um esforço muito grande, buscando parceiros que estejam dispostos a nos ajudar a melhorar a qualidade da educação no Pará. E a participação dos municípios é fundamental nesta revolução pelo ensino de qualidade que estamos propondo”, enfatizou Nilson Pinto.
Os prefeitos foram informados, ainda, sobre o novo sistema paraense de avaliação na educação básica, implantado este ano, que consiste em um teste aplicado anualmente na terceira, quarta e oitava séries do ensino fundamental e na primeira e terceira séries do ensino médio. “Estamos estabelecendo uma espécie de Índice de Desenvolvimento da Educação Básica no Pará, com a diferença de que a avaliação será feita todos os anos, em séries variadas”, frisou o secretário.
Unidades Pro Paz - O Governo do Estado também investirá, no próximo ano, cerca de R$ 8 milhões na construção de Unidades Integradas Pro Paz (UIPP) em Salvaterra, Santa Cruz do Arari, Soure, Chaves, Bagre, Melgaço, Ponta de Pedras e Gurupá. E duas novas unidades integradas serão entregues nos próximos dois meses, em Cachoeira do Arari e São Sebastião da Boa Vista.
O secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Luiz Fernandes Rocha, informou aos gestores que serão adquiridas lanchas policiais - e recuperadas as já existentes -, beneficiando todos os municípios da região, a fim de atender a uma demanda exposta durante o encontro. Pelo menos 15 novas lanchas serão entregues já no próximo mês. “Um dos principais problemas quanto à segurança no nosso município é a questão da pirataria pelos rios, que acaba sendo a porta de entrada para outros crimes”, disse o prefeito eleito de Muaná, Murilo Guimarães.
Luiz Fernandes disse também que outras cinco lanchas estão sendo recuperadas. Cada uma, segundo ele, representa uma média de R$ 180 mil em investimentos. “Somados aos recursos destinados pelo governo estadual para a aquisição das novas lanchas, o investimento chega, ainda neste final do ano, a cerca de R$ 2 milhões só no reforço à segurança dos rios do Marajó, além do incremento que já foi feito nos grupamentos aéreo e fluvial, com a instalação de rádios comunicadores em todos os postos”, detalhou o secretário. Para o policiamento terrestre serão adquiridas 20 motocicletas.
Aeródromos – Outro importante investimento assegurado para o arquipélago é a construção de aeródromos em nove municípios. “Queremos acabar com aquela história de não ser mais possível chegar a um município do Marajó devido à dificuldade de locomoção”, disse o governador, enfatizando que esta ação é prioridade.
Os aeródromos serão construídos em Afuá, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Muaná, Ponta de Pedras, Portel, Santa Cruz do Arari e São Sebastião da Boa Vista. O governador também anunciou a construção de plataformas e terminais hidroviários nas cidades de Breves, Curralinho, Ponta de Pedras, Salvaterra, Bagre e São Sebastião da Boa Vista.
Ainda durante a reunião, Simão Jatene enfatizou aos prefeitos a importância do pacote de investimentos de quase R$ 2 bilhões, com apoio em operações de crédito conquistado recentemente. “Vamos investir muitos recursos, e preciso que vocês fiscalizem isso. Por isso, é importante que possamos debater a melhor forma de fazer”, frisou o governador, ressaltando que a questão partidária passou, e agora a discussão é como todos podem unir esforços para atender aos anseios da população.
“Só temos a agradecer pela oportunidade e o prestígio que está sendo dado pelo governador, porque ainda nem sentamos na cadeira de prefeito e já estamos tendo a honra de ser recebidos e debater juntos os nossos principais anseios”, disse a prefeita eleita de Ponta de Pedras, Consuelo Castro. Além dela, participaram do encontro Solange Lobato (Chaves), Murilo Guimarães (Muaná), Getúlio Brabo (São Sebastião da Boa Vista), Paulo do Porto (Portel), Eduardo Pinheiro (Afuá), Benedito Filho (Cachoeira do Arari), Gledson Rodrigues (Bagre), Xarão Leão (Breves), Marcelo Pamplona (Santa Cruz do Arari), Adiel Moura (Melgaço), Valentim Oliveira (Salvaterra), João Luiz (Soure), Vivaldo Mendes (Anajás), Léo Arruda (Curralinho) e Raimundo Nogueira (Gurupá).

DO AMIGO EDY!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

TRANSIÇÃO EM MUANÁ


Um Oficio foi encaminhado à prefeitura de MUANÁ solicitando a transição “isso é o que manda a lei”. Apesar de ser um processo previsto em lei, o atual prefeito ainda não se pronunciou até a presente data  ao governo de transição formado pelo prefeito eleito. Foi encaminhado um oficio com os nomes dos membros de nosso governo que irão fazer a transição, garante a equipe do prefeito eleito. Ele espera um processo bastante civilizado e democrático. Na prefeitura não existe nenhuma pessoa autorizada a responder os ofícios encaminhados por minha equipe. Se possível encaminharemos protocolados, inclusive com cópias para o Ministério Público,Tribunal de Contas (TCE),e Policia Federal,para que tenhamos respaldo por lei para que medidas cabíveis sejam verdadeiramente tomadas.
Esperamos Começar o mandato já conhecendo pelo menos um pouco da complexa máquina municipal, sabendo aliar as necessidades com os recursos e ferramentas disponíveis, dentro da definição de prioridades. Com esta missão, a equipe de transição do prefeito eleito, MURILO DO POVO  já está preparada para iniciar os trabalhos.Pois , se houvesse colaboração do atual prefeito de Muaná a receber a equipe de transição, a principio uma reunião deveria acontecer com o atual prefeito para definir os rumos das ações em conjunto entre quem sai e quem assume o comando da prefeitura.
O objetivo do trabalho do prefeito eleito é conhecer o funcionamento, identificar os projetos em andamento, que precisam ser dado continuidade, além de já estabelecer as metas de trabalho da futura gestão.
“Vamos para conhecer melhor a realidade da gestão municipal, para nos prepararmos para quando o prefeito eleito MURILO DO POVO assumir a prefeitura possa, logo de cara, já dar início ás ações prioritárias que ele se comprometeu com a comunidade”, esclareceu.
Trata-se de uma relação institucional, que acredita que será um período tranqüilo, de troca de experiências, desde que haja cooperação da atual gestão.
“O prefeito eleito já deixou claro que a intenção é a de otimizar os recursos e de investir com seriedade com a participação total da comunidade Muanense. É com esse foco que iremos trabalhar”, explicou.

DO AMIGO EDY!

CANTOR E COMPOSITOR MUANENSE DISPUTA A GRANDE FINAL DO SERVIFEST EM BELÉM DIA 16/12


CANTOR E COMPOSITOR MUANENSE DISPUTA A GRANDE FINAL DO SERVIFEST EM BELÉM DIA 16/12

"Labamaba" a premiação em Soure na etapa regional
No dia 16 de dezembro, a grande final do 11º Servifest reunirá todas as 12 finalistas, dentre eles o artista muanense Domingos Sávio(LABAMBA), cantor e compositor, que venceu a etapa do Marajó e foi classificado par a grande final em Belém.  Os vencedores receberão prêmios em dinheiro, sendo o valor de R$ 15 mil para o primeiro lugar, R$ 13 mil para o segundo, R$ 10 mil para o terceiro, R$ 7 mil para o quarto, R$ 6 mil para o quinto e os prêmios de R$ 2 mil para Melhor Arranjo e Melhor Intérprete. Além disso, todas as 12 músicas finalistas do Servifest serão registradas em CD e DVD gravados durante a grande final. A premiação será embalada pelo show da cantora Lia Sofia.
Com a retomada da proposta itinerante das etapas regionais, em 2012, o Servifest abriu espaço para a participação de servidores de estaduais e municipais eleitos nas eliminatórias em Santarém (Baixo Amazonas), Soure (Marajó) e Bragança (Nordeste do estado), incluindo participantes das cidades próximas.
Além das músicas de Belém, competem também na final: “Isoca Toca no Céu”, do compositor e intérprete José Azevedo Aguiar (Prefeitura de Santarém); “Cantiga de Quintais”, do compositor Wander Barbosa de Andrade (Seduc – Santarém); “Caboclo Rústico”, da compositora e intérprete de Cachoeira do Arari, Maria de Jesus Rodrigues Barbosa (Prefeitura Municipal de Cachoeira do Arari); “Caroço Pretinho”, do compositor e intérprete de Muaná, Domingos Sávio Marçal Alves(LABAMBA) -  Secretaria Municipal de Meio Ambiente; “Sou do Pará”, do compositor Joelder Ramos de Oliveira (Prefeitura de Bragança) e “Baião Rasgado” do compositor de Augusto Corrêa, Moacir de Pinheiro Cardoso Filho (Secretaria Municipal de Infraestrutura).
DO AMIGO EDY!
Extraído do blog 100% Daniel

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

EQUIPE DE APOIO DA FAMÍLIA DO PSF NOSSA SENHORA DE NAZARÉ DE MUANÁ

Módulo Equipes/Profissionais
Estado - PA - Municipio - MUANA - Competência - 201210


CNES:6081126 -- Nome:1504906081126 -- Tipo Equipe:ENASF2-EQUIPE DO NUCLEO DE APOIO A SAUDE DA FAMILIA 2
NomeCNSCBOAtividadeEquipe MinimaCarga HoráriaData EntradaData Desligamento
HospitalarAmbulatorialOutras
ANE CRISTINA SIQUEIRA DA ROCHA980016283996219251520PSICOLOGO HOSPITALARN040011/09/2009
JEZIANE SOUSA DE OLIVEIRA980016282250507223810FONOAUDIÓLOGOS040011/09/2009
JOSEANE BARBOSA CUNHA980016284006298251605ASSISTENTE SOCIALS040011/09/2009
PAULA CRISTINA PAIVA SILVA980016280660627223710NUTRICIONISTAS040011/09/2009



OBS: SERIA GRATIFICANTE PARA AS FAMÍLIAS CADASTRADAS NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA REALMENTE RECEBEREM O ATENDIMENTO DA ASSISTENTE SOCIAL E DA FONOAUDIÓLOGA INSERIDAS NA EQUIPE DE APOIO DA FAMÍLIA 2 DO PSF NOSSA SENHORA DE NAZARÉ, JÁ QUE AS ATIVIDADES FAZEM PARTE DO PROGRAMA DE APOIO (NASF).


Informe de 30/11/2012

Assunto: ABERTURA TRANSMISSOR COMP.11/2012 - CNES


Senhores Gestores,

Informamos que o módulo transmissor se encontra aberto para envio da competência 11/2012 do CNES no período de 30/11 a 19/12/2012.
 
Coordenação Geral de Sistemas de Informação - CGSI
Departamento de Regulação, Avaliação e Controle-DRAC
Secretaria de Atenção à Saúde/Ministério da Saúde - SAS/MS
 
DO AMIGO EDY!

NASF


 NASF
De forma geral, o NASF deve buscar, junto às EqSF's, a concretização do cuidado integral, a partir da qualificação e complementaridade das ações de promoção, prevenção, assistência e reabilitação em saúde e a organização e coordenação da rede de cuidados, com vistas ao acompanhamento longitudinal dos usuários, aumentando a resolutividade e diminuindo os encaminhamentos a outros níveis de atenção (BRASIL, 2008, 2009b).
Estão organizados em duas modalidades: NASF 1 e NASF 2. O NASF 1 pode ser composto por equipes de no mínimo 5 profissionais, que apoiam entre 8 e 20 EqSF's, exceto nos estados da Região Norte, onde o número mínimo de EsSF's passa a ser 5. Já o NASF 2 é composto por no mínimo 3 profissionais, não sendo prevista a presença de médicos e está vinculado a no mínimo 3 EqSF´s. Em decorrência da magnitude epidemiológica dos transtornos mentais recomenda-se que cada equipe contemple ao menos 1 profissional desta área (BRASIL, 2008).
Entre as atribuições dos profissionais do NASF estão: conhecer e articular os serviços existentes no território promovendo a intersetorialidade; conhecer a realidade das famílias residentes na área adscrita, nos seus aspectos econômico, social, cultural, demográfico e epidemiológico; identificar, em conjunto com a comunidade e a EqSF, o público prioritário para o desenvolvimento das ações e a abordagem a ser adotada; prevenir e promover a saúde por meio de ações educativas; promover ações interdisciplinares junto as EqSF´s, por meio de discussões periódicas, visando uma abordagem coletiva (BRASIL, 2008, 2009b).
As áreas estratégicas para atuação do NASF estão organizadas em torno de nove temáticas: saúde da criança/do adolescente e do jovem; saúde mental; reabilitação/saúde integral da pessoa idosa; alimentação e nutrição; serviço social; saúde da mulher; assistência farmacêutica; atividade física/ práticas corporais; práticas integrativas e complementares (BRASIL, 2009b).
A principal metodologia de trabalho utilizada pela equipe NASF é o matriciamento, que tem como objetivo assegurar retaguarda especializada às EqSF's. Este apoio pode acontecer de duas formas: a primeira se dá a partir da oferta de assistência especializada ao usuário nas situações de maior complexidade, após pactuação entre EqSF e NASF; e a segunda se dá pela oferta de suporte técnico pedagógico. Esse suporte ocorre, prioritariamente, de duas maneiras: a partir do desenvolvimento de intervenções compartilhadas entre profissionais do NASF e da EqSF - atendimentos na unidade, visitas domiciliares, grupos na unidade de saúde ou na comunidade - e a partir da troca de informações e orientações entre eles, seja sobre um caso especifico, seja sobre uma problemática apresentada pela EqSF (CAMPOS; DOMITTI, 2007; BRASIL, 2008, 2009b).
As abordagens são acordadas em reuniões com a presença de profissionais das duas equipes. A freqüência destes encontros é negociada entre as equipes onde as EqSF apresentam casos considerados mais complexos e que necessitam de apoio especializado (BRASIL, 2008).
Os resultados esperados estão relacionados à ampliação do trabalho e a melhor resolutividade das situações de maior complexidade já desenvolvido pela EqSF. Espera-se ainda, diminuir a fragmentação dos processos de trabalho e do cuidado oferecido (BRASIL, 2008, 2009b).
Os Processos de Trabalho na ESF e no NASF: comple-mentaridades e contradições
Devido ao tempo de implantação, a ESF tem estratégias de ação e processos de trabalho mais consolidados, incluindo documentos norteadores, que discriminam as atribuições específicas de cada profissional e o tempo que deve ser utilizado em cada ação. Já os documentos referentes ao NASF, apresentam orientações genéricas das ações a serem desenvolvidas sem discriminar com clareza os processos de trabalho a serem empregados. Essas diferenças nas atribuições das duas equipes podem estar criando processos de trabalho conflituosos e até mesmo contraditórios.
A utilização da metodologia do apoio matricial pretende ampliar a compreensão sobre o processo saúde-doença a partir da escuta e integração de diversos saberes e práticas, favorecendo, inclusive, a operacionalização de um paradigma que compreenda estes processos de forma mais complexa. Contudo, a implementação desta prática depende de uma nova postura profissional, pautada pela ética do cuidado e do compromisso com os princípios e diretrizes do SUS (BRASIL, 2009b).
A metodologia do apoio matricial está prevista desde o inicio das ações do projeto Qualis e é a base para o desenvolvimento do trabalho do NASF. Contudo, trata-se de uma proposta inovadora no campo da saúde e sua implantação varia de região para região e não conta com processos de trabalho definidos e sistematizados. Desta forma é possível que, no cotidiano das práticas, os profissionais se deparem com dificuldades distintas para a operacionalização da proposta (CAMPOS; DOMITTI, 2006).
A primeira dificuldade, de âmbito estrutural, se refere às diferentes formas de organização do trabalho da EqSF e do NASF que, no entanto, devem atuar de forma compartilhada (PMSP/SMS, 2009). Enquanto no NASF está previsto que os trabalhadores destinem a maior porcentagem das suas horas de trabalho em ações tais como, reuniões, consultas, visitas domiciliares e grupos compartilhados com EqSF, os trabalhadores da EqSF, sobretudo os profissionais de nível superior, têm a maior parte das suas horas de trabalho voltadas para o desenvolvimento de um elevado número de consultas individuais. A título de exemplo, o médico, para dar conta da meta prevista pelo programa, de 400 consultas mensais, precisa realizar consultas individuais de, em média, 15 minutos (PMSP/SMS, 2005, 2009; CAMPOS; DOMITTI, 2006).
A segunda dificuldade, que interfere no trabalho das duas equipes, decorre da inter-relação entre o excesso de demanda e a carência de recursos. Pela precariedade da rede assistencial e dificuldade de encaminhar casos de maior gravidade, os trabalhadores do NASF podem sentir-se pressionados pela população, pelas EqSF´s e pelas demandas que presenciam, a desenvolverem ações de forma ambulatorial, especializadas e individualizadas. A utilização do apoio matricial tem como potência a qualificação e identificação das prioridades de atendimento especializado, contudo, na ausência de uma rede de suporte que assegure a continuidade dos atendimentos em níveis de maior complexidade corre-se o risco de se ceder a essas pressões.
A terceira dificuldade diz respeito à presença de Organizações Sociais na gestão de serviços públicos, processo validado no âmbito Federal e largamente implementado em São Paulo (BRASIL, 1998). Essa forma de gestão termina mesclando o caráter público e privado dos serviços oferecidos, criando situações de trabalho heterogêneas a depender da parceira envolvida. Essa heterogeneidade de praticas profissionais nas diferentes regiões da cidade pode dificultar a criação de uma cultura comum entre as várias equipes comprometendo a troca de experiências e a consolidação das políticas públicas.
Soma-se a isso a precarização dos contratos de trabalho dos profissionais vinculados a estas instituições parceiras e a falta de padronização dos processos seletivos, salários e condições de trabalho.
A quarta dificuldade diz respeito à existência de um documento norteador que define de forma frágil as atribuições dos diversos profissionais que compõem as equipes do NASF. A pouca prescrição do trabalho aliada a falta de uma cultura de trabalho interdisciplinar e de uma experiência acumulada nesse tipo de serviço, favorece que cada segmento atue isoladamente, que aja segundo seu lugar específico de saber, advindo dos processos de formação profissional compartimentalizado. Essa situação propicia ainda atuações arbitrárias advindas de diferentes compreensões do processo saúde-doença, tais como, ações voltadas para aspectos orgânicos dicotomizadas dos aspectos psíquicos e/ou sociais; ações de caráter mais curativo em detrimento de ações de promoção a saúde.
Além disso, ou justamente em função do exposto, tudo indica que pode ocorrer nas equipes do NASF uma certa indiscriminação do perfil da clientela alvo, dos objetivos principais do trabalho, cabível para as equipes, para cada um dos profissionais e para os diferentes serviços. Da mesma forma, é de se esperar que uma prescrição e trabalho tão vaga deixe os vários profissionais, e o terapeuta ocupacional em particular, em conflito sobre o trabalho a ser realizado, e das prioridades e especificidades de sua ação.
Inserção do Terapeuta Ocupacional no NASF: proble-matizando um novo perfil profissional
Em maio de 2010 existiam no país, 1165 NASF's em funcionamento, abarcando 6895 trabalhadores. A meta até o final do ano de 2011 é de que 1500 NASF's estejam implantados. Em relação a São Paulo, dados referentes mesmo período mostram que existiam 48 NASF's do tipo II em funcionamento (BRASIL, 2010b,c).
Ainda em relação ao mesmo período, no país existiam aproximadamente 300 Terapeutas Ocupacionais inseridos nos NASF's. Trata-se, portanto, de um dos principais campos de trabalho para esses profissionais (BRASIL, 2010b).
Desde a implantação do projeto QUALIS, o Terapeuta Ocupacional já atua na atenção primária em saúde, a partir de duas grandes áreas: Reabilitação e Saúde Mental. Contudo, a proposta do NASF traz a necessidade de um profissional generalista, afinal todos os profissionais do NASF devem apoiar as EqSF's em demandas distintas que sejam relevantes nos territórios específicos de ação: desde saúde da mulher, gestante, criança, até a saúde dos idosos, questões de violências, entre outras.
Nesse contexto, qual é a contribuição do Terapeuta Ocupacional? Como pensar e desenvolver suas práticas neste nível de atenção?
De forma geral, o cotidiano, o trabalho no território e o fomento dos processos de inclusão social são compreendidos enquanto objetos de ação dos Terapeutas Ocupacionais na Atenção Primária e, conseqüentemente daqueles profissionais inseridos em NASF's (JARDIM et al., 2008).
Entretanto, diante de atribuições tão semelhantes com as demais profissionais e com a fragilidade de prescrição contida nos documentos norteadores, como discriminar a especificidade do trabalho do Terapeuta Ocupacional e afirmar seu lugar? Ou ainda, diante das carências de serviços no âmbito da atenção secundária e terciária, o que dificulta o acesso da população a estes níveis de atenção, como direcionar seu trabalho? E, nesse caso, como oferecer um atendimento especializado sem os recursos apropriados?
Os terapeutas ocupacionais vivem assim o seguinte dilema: direcionar seu trabalho para ações de promoção a saúde e desenvolver estratégias de matriciamento visando a construção de projetos coletivos com as EqSF ou, realizar atendimentos individuais de casos considerados graves. Se, as atividades de matriciamento são consideradas como as principais e aquelas que garantirão, a médio prazo, mudanças mais efetivas nas práticas assistenciais, as necessidades prementes de pessoas por atendimento individual, na ausência de serviços secundários ou terciários na rede de atendimento, leva esses profissionais a terem que dividir seu tempo e atenção. Destaca-se, ainda, que os profissionais, não dispõem de recursos materiais para desenvolver praticas de reabilitação que, nesse caso, acontecerão necessariamente de forma precária e improvisada.
O pouco tempo de existência do NASF, a novidade dessa forma de atuação para os terapeutas ocupacionais, a falta de práticas consolidadas onde possam se espelhar e a pressão por atendimento individual de populações desassistidas em outros níveis de atenção, deixa esses profissionais sem respaldo e mal aparelhados no seu cotidiano de trabalho, sem parceiros nem recursos para criarem uma prática em terapia ocupacional que faça avançar a sua atuação nesse importante projeto nacional.

A implantação dos NASF tem acontecido de maneira irregular, sem processos de capacitação apropriados, com má definição de papéis, com processos de trabalho por vezes conflituosos com as EqSF's de quem necessitam ser parceiros e sem contar com experiências já consolidadas que embasem as práticas profissionais. Não é de se estranhar que as equipes se sintam sobrecarregadas e mal preparadas para responder as varias demandas apresentadas pelos usuários, pelas EqSF´s e pelas carências do sistema de saúde.
Trata-se de um importante campo de trabalho para os Terapeutas Ocupacionais, que, ao longo de sua história já trazem experiências significativas na Atenção Primária em Saúde. Fica, então, o desafio de fazer a interlocução da proposta apresentada nos documentos norteadores do NASF com os distintos interesses e situações reais que se colocam nas vivências práticas do trabalho para os profissionais.

DO AMIGO EDY!